TAR e Ondulações em Estrelas Incomuns
NASA/JPL/Universidade do Arizona
TAR e Ondulações em Estrelas Incomuns
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FONDO
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Este terreno maciço está à sudoeste da Cratera Schiaparelli e é circundado por um campo de Ondulações Aéreas Transversais ("TAR" em inglês) e incomuns ondulações em estrelas (dunas).

As TAR são ondulações lineares com cordilheiras cuja morfologia pode variar em forma; estas morfologias incluem forquilhas, sinuosidades, barcharoides, em rede ou características de penas. As ondulações também aparecem na transição nas dunas em estrelas.

Dunas em estrelas são feições complexas e ainda não são completamente compreendidas na Terra. Elas se formam pelo regime multidirecional do vento em um vento primário dominante. Cadeias de dunas em estrela sempre parecem ter uma aparência linear ou barchan com a formação de faces lisas secundárias (nos declives mais íngremes). Na Terra, há dunas em estrela incipientes, como no campo de dunas Dumont no Deserto Mojave, que mostra características similares. As dunas em estrelas embrionárias em Dumont resultaram da fusão de dunas, com elas invadindo uma a outra ou modificam as dunas pré-existentes, que poderiam ser também o caso nesta imagem.

Os modelos do tempo em Marte dizem que o vento dominante ocorria na direção sudoeste. Esta direção se alinha bem com as ondulações transversais e com os braços principais das ondulações em estrela. Isto sugere que as ondulações em estrela foram também afetadas por um padrão diferente dos ventos, ventos secundários ou correntes de ar (correntes secundárias são as correntes de ar e sedimentos transportados ao redor dos declives da duna).

A formação de dunas em estrela depende da natureza (intensidade, direção e duração) do vento primário e o volume de areia para criar a duna. Correntes de ar secundárias conservam os braços da duna. O último agente é a deposição ou remoção da areia por fluxo de grainflow ou grainfall nas avalanches. O grainfall e grainflow transportam materiais da principal crista do declive, ao longo da encosta ou abaixo desta o qual mantém o braço secundário.

Tradução: Milena Vieira de Carvalho
 
Data de aquisição:
06 maio 2008

Hora de Marte:
3:11 PM

Latitude (geocêntrica):
-6°

Longitude (positiva a Leste):
12°

Altitude da nave espacial:
267 km

Escala original da imagem:
27 cm/pixel (com 1 x 1 binning) e objetos de 80 cm de lado são resolvidos

Escala projetada:
25 cm/pixel

Sistema de projeção:
Equirretangular (e o norte está localizado em alta)

Ângulo de visada:


Ângulo de fase:
58°

Ângulo zenital solar:
55°, e o Sol está localizado 35° acima do horizonte

Longitude solar:
68°, primavera do norte

JPEG
Branco e preto
projectado  sem projecção

Cor IRB:
projectado  sem projecção

Cor combinada IRB:
projectado

Cor combinada RGB:
projectado

Cor RGB:
sem projecção

JP2 PARA BAIXAR
Branco e preto:
projectado (1324 MB)

Cor IRB:
projectado (605 MB)

JP2 EXTRAS
Branco e preto:
projectado
(695 MB)
,
sem projecção  (749 MB)

Cor IRB:
projectado  (237 MB)
sem projecção  (580 MB)

Cor combinada IRB:
projectado  (344 MB)

Cor combinada RGB:
projectado  (330 MB)

Cor RGB:
sem projecção  (563 MB)
ETIQUETAS PARA OS PRODUTOS
Branco e preto
Cor
Cor combinada IRB
Cor combinada RGB
Produtos EDR

NB
IRB: infravermelho–vermelho–azul
RGB: vermelho–verde–azul


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Imagem: NASA/JPL/University of Arizona


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O Jet Propulsion Laboratory da NASA consegue a sonda MRO. A câmera foi construída pelo Ball Aerospace & Technologies Corp., e seu funcionamento é realizado pela Universidade do Arizona.