Nuvem de avalanche
NASA/JPL/Universidade do Arizona
Nuvem de avalanche
ESP_016423_2640
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FONDO
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Essa imagem tirada por HIRISE mostra ao menos três nuvens de poeira isolada perto de um penhasco na região polar norte de Marte.

Elas pairam a dezenas de metros do solo (até 180 pés) e são, provavelmente, o resultado de uma avalanche de gelo ou gelo seco (dióxido de carbono). O gelo permanece ligado à encosta no escuro inverno de Marte, e mais tarde, com a chegada da primavera e do Sol, perde essa aderência e cai no vale, em uma queda de 700 metros. Essa encosta é composto de várias camadas de gelo com uma concentração de poeira, que varia de camada para camada de maneira semelhante ao que acontece nas calotas polares da Terra.

O topo brilhante é constituído de gelo e dióxido de carbono. No ano passado, HIRISI estava monitorando a área em busca de mudanças sazonais na região quando, para a surpresa e entusiasmo dos pesquisadores, uma avalanche (veja PSP_007338_2640)! Esse ano, estávamos prontos para capturar mais.

A observação contínua dessas encostas, bem como de outras ao redor do gelo polar no norte, permitirá julgar se essas avalanches são uma característica típica da alternância entre as estações. Vários eventos semelhantes à esse têm ocorrido no início desse ano sobre a mesma encosta (ver ESP_016173_2640) e muitas outras avalanches foram observadas em outras oportunidades (ver ESP_016228_2650) em uma extensão que abrange cerca de um terço da circunferência da região polar.

Analisando todos os casos individuais de avalanches de todas essas imagens, será possível também criar uma sequência de imagens do processo todo, desde o início (um fluxo de material caindo do penhasco) até o fim (nuvens remanescentes do processo). Com base nas observações desse ano, diz-se que esses eventos acontecem principalmente no meio da primavera, o que corresponde ao período de Abril até o início de Maio na Terra. Ao que tudo indica, trata-se de um processo comum e regular nesse período em Marte - época de avalanches! Essa informação, em conjunto com os resultados da modelagem numérica do comportamento dos materiais envolvidos, nos ajudará a descobrir o que está causando esses eventos dramáticos.

Tradução: Murilo Marchiori

 
Data de aquisição:
27 janeiro 2010

Hora de Marte:
1:11 PM

Latitude (geocêntrica):
84°

Longitude (positiva a Leste):
235°

Altitude da nave espacial:
319 km

Escala original da imagem:
32 cm/pixel (com 1 x 1 binning) e objetos de 96 cm de lado são resolvidos

Escala projetada:
25 cm/pixel

Sistema de projeção:
Estereográfica polar

Ângulo de visada:


Ângulo de fase:
67°

Ângulo zenital solar:
67°, e o Sol está localizado 23° acima do horizonte

Longitude solar:
43°, primavera do norte

JPEG
Branco e preto
projectado  sem projecção

Cor IRB:
projectado  sem projecção

Cor combinada IRB:
projectado

Cor combinada RGB:
projectado

Cor RGB:
sem projecção

JP2 PARA BAIXAR
Branco e preto:
projectado (1787 MB)

Cor IRB:
projectado (818 MB)

JP2 EXTRAS
Branco e preto:
projectado
(723 MB)
,
sem projecção  (578 MB)

Cor IRB:
projectado  (185 MB)
sem projecção  (617 MB)

Cor combinada IRB:
projectado  (411 MB)

Cor combinada RGB:
projectado  (411 MB)

Cor RGB:
sem projecção  (533 MB)
ETIQUETAS PARA OS PRODUTOS
Branco e preto
Cor
Cor combinada IRB
Cor combinada RGB
Produtos EDR

NB
IRB: infravermelho–vermelho–azul
RGB: vermelho–verde–azul


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Imagem: NASA/JPL/University of Arizona


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O Jet Propulsion Laboratory da NASA consegue a sonda MRO. A câmera foi construída pelo Ball Aerospace & Technologies Corp., e seu funcionamento é realizado pela Universidade do Arizona.